Padel Das Matas: como tudo começou

O Padel Das Matas não nasceu como equipa.
Nem como projeto, nem como plano pensado com antecedência.
Nasceu de uma prenda de aniversário.
O logótipo da aldeia já existia, no formato certo para imprimir. A Nossa Senhora da Boa Viagem. A vontade era simples: fazer uma t-shirt diferente para jogar padel, com um design próprio e com ligação às Matas.
Uma coisa levou à outra.
1 + 1 = 2.
E assim surgiu a primeira t-shirt Padel Das Matas, oferecida ao Eduardo Silva, membro da direção das Matas.
Para aproveitar o trabalho, fizeram-se logo três — uma para cada um dos envolvidos.
Sem intenções maiores. Sem ideia de “equipa”.
No mês seguinte, havia um torneio social no clube de padel da zona.
E foi aí que tudo ganhou outra dimensão.
Acabaram por ser feitas t-shirts personalizadas para doze pessoas que iam participar no torneio e habitualmente jogávam juntos.
Não para criar estatuto. Não para marcar posição.
Apenas para jogar todos com a mesma camisola e espalhar o boato.
Foi assim que, no papel apenas, nasceu a equipa Padel Das Matas.
Surgiram t-shirts noutras cores.
Mais tarde, hoodies.
As camisolas começaram a aparecer dentro e fora do campo.
Há jogos marcados em cima da hora, torneios sociais uns “mixes” onde se mostra a vaidade do equipamento.
O que fica não é o resultado.
É o convívio, a repetição e a vontade de voltar.
A camisola não cria uma equipa, mas acaba por unir quem aparece.
Quem a usa, partilha.
Quem partilha, acaba por ficar ligado a algo que possivelmente nem sabe onde fica.
O padel é o ponto de encontro.
O resto acontece à volta.
O início foi assim.
O resto, ninguém sabe bem como será.